247 - O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), fez uma referência ao pedido de sua prisão feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em decorrência dos diálogos gravados pelo ex-presidente da Transpreto, Sérgio Machado:
Toda vez que acontece uma barbaridade contra a pessoa, a democracia corrige. Pode até demorar, mas corrige. O grande problema é quando essa barbaridade é contra as instituições. Aí ninguém corrige, perdem-se os avanços conquistados. É, portanto, recomendável ter calma, mas permanecer com esse olhar. E sou responsável por meus atos e minhas opiniões. Não há delito de opinião no Brasil. Não há delito de opinião no Brasil. Não é crime você ter opinião, pensar, achar”, disse.
O presidente do Senado ainda foi irônico ao negar um acordão com os partidos para descartar eventuais pedidos de prisão, caso sejam concedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
“Não temos sequer informação do conteúdo das delações, como pensar em preparar acordo? Isso é uma coisa absurda, inusitada como a histeria em que vivemos”, disparou Renan.
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